23 de jul de 2009

Romance

Oiê!
Estive meio ausente por esses dias não só devido à imensa quantidade de serviço que anda me ocupando, mas também à tentativa frustrada de mudar o domínio do nosso blog.

Eu havia achado um domínio que combinava mais com a nossa proposta: “arteblog”. Mas, infelizmente, apesar de todo o esforço dispensado por minha parte, eu e a tecnologia não somos muito chegadas.

Então, por fim, não consegui mexer na configuração do blogorama nem deixar o “teatroplenitude.arteblog” com a nossa carinha, por isso resolvi que ficaremos aqui, com o nosso bom, velho e fiel amigo blogspot por mais um tempo. O problema é que o espaço disponível aqui está ficando pequeno para tantas ideias borbulhantes que tomam conta de meus pensamentos... (Uhg!).

Enfim, galera, agora quero falar sobre um filme deslumbrante que assisti esta semana e que não sai da minha mente desde então: Romance.
Um filme de Guel Arraes, por Paula Lavigne, protagonizado pelos fantásticos Wagner Moura e Letícia Sabatella, e com um elenco divino, contando com, por exemplo, Andréa Beltrão, Marcos Nanini, Vladimir Brichta e José Wilker.

O filme vale a pena! Como diria um professor meu: "Se você não gostar, eu te devolvo o dinheiro da locação." (Mas, atenção plenitudianos: é mentira, não devolvo, não!).

Essa obra cinematográfica registrada em filme (Do que estávamos falando mesmo?) é magnífica!
O filme, basicamente, mostra a história do diretor e ator teatral Pedro e da atriz Ana que, durante a montagem de Tristão e Isolda, se apaixonam. É claro, no entanto, que o filme é muito (muito) mais do que isso que descrevi. Mas isso deixo que descubram sozinhos.

Agora, vamos ao que nos importa realmente. Sabem o que mais me chamou a atenção no filme? A expressão corporal dos atores, com um destaque grande (bem grande), para a da Letícia Sabatella.


[Início Momento confissões infames]
Sabe aquela coisa de ver no filme e tentar fazer igual em casa? ... Pois é.
[Fim Momento confissões infames]


Não sei se fiquei bitolada com esse negócio de ter consciência do próprio corpo, de cada movimentação e tal, mas o fato é que, agora, não dá mais para ver teatro, filme, novela, propaganda de tv ou me olhar no espelho e não reparar no corpo; não reparar na grande variedade de movimentos existentes, ou, simplesmente, nos (sempre) mesmos movimentos, mas feitos de maneiras diferentes, reparar em como eles acontecem, na intensidade e na velocidade de cada um, variando conforme a movimentação interna que me domina a cada dado momento.

Eis algo que tem me ajudado na (tão necessária) percepção corporal: a observação, primeiro, e, depois, a tentativa de reprodução, a qual vem sempre, irremediavelmente, acompanhada por novas descobertas.

Mesmo que eu não dê conta de reproduzir, gosto de ver, de observar. É necessário ter consciência do corpo para, então, saber como agir com o/cuidar não só do próprio corpo, mas também do corpo do outro, uma vez que é vital para nós, atores, saber quais são os nossos limites, quais são nossas emoções e como provocá-las.

Prestar a atenção máxima a cada detalhe mínimo.

Beijos!

6 comentários:

  1. UAU!! maah.....que post!!
    amei o filme...vou procurar pra ver!!
    tem um pouco a ver com a minisserie som & furia...pelo menos pelo que vc contou...

    *Consciencia corporal...estou gravando tudo aqui na minha mente alienigena!!
    ;)

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  2. Que bom ver que aos poucos (pelomenos publicamente) vão mostrando que a descoberta esta surgindo cada vez mais intensa. ROMANCE - já assisti algumas vezes hehee...Procurem...existem mais uns 2 que eu indicaria...procurem. Beijos plenitudianos.

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  3. Hoje voltei aki para saber algo, um amigo q tem blogspot me questionou se tem como o dono do blog responder undividualmente os comentários. Tem Maiara??? aguardo sua resposta. Beijos.

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  4. Uai, Fer! Eu não sei muito dessas coisas, td o que sei foi descoberto na base dos 'achismos', no entanto, acho q não tem como fazer isso, a não ser que tenha como habilitar esta alternativa nas configurações, sei lá. Procurei essa opção aqui no nosso blog, mas não achei nada! =/
    -------
    Sobre os filmes, os brasileiros, não todos, mas de um modo geral, são ótimos quanto à questão corporal. Estou em busca de outros!

    Beijos

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  5. Fer, Fer, ahá! Achei essa opção de colocar os últimos comnetários dos posts na barra lateral. Acha que serve? Ou num era disso que seu amigo precisa? Bjoo

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  6. Nossa... cada vez que entro aki fico mais encantada com td que acontece!! O filme realmente é mto bom, principalmente a perte que lida com nosso maravilhoso mundo teatral e como nossas personagens ficam conosco, pelo menos parte delas! Realmente é inevitável qrer se descobrir, saber o que o corpo pode e pede!! Mais uma vez parabéns por fazer um blog tão maravilhoso!! Amo demais!! Plenitude eternamente!! ^^

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