30 de jun de 2009

Narriê

Oi, pessoal. Como vai a caipirada?
Hum, bom! Muito bom!

Encarando a festa junina não somente como uma oportunidade para nos encontrarmos um dia a mais além do sábado e do domingo, mas também como um incentivo às tradições populares, o Plenitude teve, sim, seu “arraia”. Né?
Teve muita música, muita diversão, muitas risadas, muitas piadas, muita paçoca, canjica, amendoim, pipoca, bolo, quentão, vinho quente, pamonha, (tá, não teve pamonha!) e sinuca (aham, teve sinuca!).
Apesar de até eu (é... eu sei, até eu!) ter ido no arraiá este ano, não estava o grupo todo presente, infelizmente. Faltou a Cleusa, o Eliel, a Gabriela (por motivos lógicos, mas e daí? Quero colocar o nome dela aqui ^^), o Jorge, a Thaís e o Matheus, que foi procurar o nosso arraiá no lugar errado e quase acabou participando da “confraternização” do A.A. (Alcoólicos Anônimos). Mas não vou me ater aos detalhes, tá? Muahauhauhau [*isso foi uma risada maligna, ok?].

Aí embaixo tem umas fotos boas do Arraiá do Plenitude, com o Everton de noivo bêbado (“Mas gente!”), a Isabela de noiva louca pra casar, Fernando atrapalhando o amor dos pombinhos (“Mas geeente!”) e o João como o padre que fugia com a noiva (Maaaaaaas geeeeeeeeeenteee!!!). Ah, e, claro, os convidados fazendo a festança danada de boa! o//

Narriêêêêêêêê!







Beijocas :)

29 de jun de 2009

Plenitudianos, que semana cheia, né? Que coisa boa!
Bem, já que não postarei mais relatos do findi, tenho que continuar escrevendo algo, oras! Hehe
Pois bem, achei que seria interessante postar algo aqui sobre a Feira do Livro, especialmente sobre o show do Oswaldo Montenegro, para que não nos esqueçamos da diversão na van; das gargalhadas gostosas; das fotos engraçadas; da gritaria das meninas histéricas (reparem que não cito nomes, hehe); dos pingüins fantasiados; do rabisco que a Camila conseguiu arranjar; das pessoas que encontramos por lá; dos livros em que ficamos babando, mas o dinheiro não dava para comprar; da apresentação de teatro que assistimos; da experiência que obtivemos; da leveza com que retornamos para Batatais.





Embora o Oswaldo Montenegro não tenha cantado “Sempre não é todo dia”, “Condor”, e, nem sequer, nosso mantra (“Espelho das águas”), o show foi maravilhoso. Talvez soe como clichê, mas nada explicaria melhor: foi um momento mágico!

Que venham mais shows e emoções ímpares!
Beijos

24 de jun de 2009

Tim tim por tim tim

Plenitudianos, hey!

Falei que começaria a semana com um post sobre Chapeuzinho Vermelho, né?! Mas ainda estou agregando informações pra fazer um post (ou vários posts) bem interessante! Afinal, essa peça, esse elenco e esse grupo merecem, né?!

Tem novidade no blog! Vocês sabem aquela parte “Tim tim por tim tim” do nosso blog, na qual eu relatava como tinha sido nosso ensaio no fim de semana e tal? Pois bem, a partir desta semana, eu não farei mais os relatórios. Agora, serão postados aqui os mesmo que forem lidos no fim de semana pelo integrante do grupo responsável, mas com comentários meus, embora eu possa correr o risco de que nem todos sejam pertinentes (Ai!). O lado negativo é que esse processo vai atrasar em 1 semana o ensaio reatado. Mas, assim mesmo, continuo achando que a ideia é ótima, pois, assim, o blog pode contar, mesmo, com a participação de todos.
Bacana, né?

Eu fui a responsável pelo relatório lido no último fim de semana, portanto, vou posta-lo aqui e, logo abaixo, faço uma pequena (mesmo) consideração sobre ele!

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Relatório – Oficinas 13 e 14 de Junho de 2009

Em busca de uma maior Consciência Artística – corporal e intelectual

“, então foi feita a lenta preparação do corpo e da alma, ávidos para serem entregues ao teatro, depois, a leitura do meticuloso relato do ensaio anterior, acompanhada pelos ouvidos atentos, olhares sorridentes e corações ‘recordantes’ (corações, porque deve ser lá onde se guardam as lembranças relativas ao teatro), em seguida, outras bocas, guiadas pelo cérebro, começaram a relatar, sucintamente, pontos dos últimos ensaios. As bocas silenciaram. Com os textos nas mãos ansiosas, os primeiros diálogos de Mercador de Veneza foram pronunciados e marcações foram feitas por atores que obedeciam ao diretor. O corpo não falou por si, mas muito foi feito nesse dia. Chapeuzinho Vermelho surgiu em cena, os corpos, ainda animados, esforçaram-se e a peça foi marcada até o fim. Encerrou-se o primeiro passo, e encerramos o sábado com produtividade. Produtividade: substantivo feminino – 1 característica ou condição do que é produtivo; 2 capacidade de produzir. No outro dia, após esvaziarmos nossos copos, já sedentos pelo teatro, Ana Maria Braga, Cruella Devil, Fernanda Montenegro, Hebe Camargo, Paulo Coelho, Rainha Elizabeth, Rei Arthur e Tom Jobim foram convidados para aparecer em nosso ensaio, mas o cérebro ou o coração falhou nesse dia, os corpos frios esqueceram-se de colocar em prática os princípios vitais do teatro que deveriam pulsar no corpo dos atores: ‘Quem sou? Como sou? Onde sou? Por que sou? Quando sou?’ e ‘Vontade – Verdade – Liberdade’. Esquecemo-nos de que o ator deve ter ação externa e interna, concomitantemente. O, às vezes, insuficiente conhecimento sobre aquelas figuras, a pura e amedrontada insegurança ou o desejo veemente de realizar o exercício logo de cara também contribuíram para o seu triste malogro. O ator não deve pensar demais antes de agir (porque o teatro é, essencialmente, ação), mas não lhe é permitido, também, agir sem pensar, pois o teatro é sim emoção, mas também é razão. Os desafios surgiram: 1. é preciso ter equilíbrio entre muito pensar e nada pensar; 2. temos que, conscientemente, interligar os conhecimentos já obtidos e praticá-los, mesmo que isso não tenha sido pedido explicitamente pelo diretor, ou seja, temos que nos comportar, verdadeiramente, como atores, atuantes e pensantes. O exercício acabou, mas a cabeça continuou maquinando essas informações. Foram, então, repassadas as cenas, outrora já marcadas, de Mercador de Veneza, mãos, braços, pernas, joelhos, barriga, cabeça e todo o resto do corpo estavam pulsando, atentando-se, mais do que nunca, para os gestos sempre bem elaborados e bem grandes. De início, a proposta deixa o corpo assustado, mas logo ele se acalma, sente a energia e parece acostumar-se, passa a pedir a grandeza de tais gestos. É meio... contagiante essa nova estética tão rebuscada! Nossos corpos acalmaram-se por um momento para dar lugar a uma reflexão dos nossos cérebros e nossas bocas sobre essa nova forma de encarar os movimentos corporais, e, então, foi a vez de Chapeuzinho Vermelho ocupar nossos pensamentos e nossas ações. Passamos uma vez a peça toda, já com texto decorado e com os primeiros objetos cênicos para a caracterização. E foi assim que terminamos o nosso ensaio com seriedade. Seriedade: substantivo feminino – 1 qualidade ou caráter de sério. ...”

Consideração
Começando com uma vírgula e terminando com reticências, tentei demonstrar que, por mais que possa parecer completo um relatório (em especial quando relacionado ao teatro), há, ainda, infinitos acontecimentos, emoções, ações etc. que deixam ser registrados, sempre.
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Visto que fui eu a responsável pelo relatório, não havia o que eu pudesse comentar sobre mim! =/
Mas nos próximos os comentários serão melhores, promessa!

Até mais!

19 de jun de 2009

Informativo 19.06.2009

Oi, plenitudianos!

Em São Paulo, Festa do Teatro [http://www.festadoteatro.com.br/], com peças e mais peças sendo apresentadas gratuitamente, cerca de 30 mil ingressos serão distribuídos [Como eu dizia para um amigo meu: “Se eu tivesse dinheiro, ou se eu não tivesse dinheiro, mas tivesse cara de pau, eu estaria lá em São Paulo agora! (seguido de um loooongo suspiro)”]; em Ribeirão Preto, Feira do Livro [http://www.feiradolivroribeirao.com.br/novo/], com apresentações culturais variadas, shows de cantores apaixonantes, palestras com escritores renomados e muito mais; e, em Batatais, eerrr... em Batatais, hummm... é... Bem, pulemos esta parte!

Aháá, pegadinha da Maii!

É brincadeira gente, porque, embora o que haverá aqui não chegue a ser uma festa cultural, em Batatais tem o Plenitude indo para Ribeirão, aproveitar um pouquinho da Feira do Livro, tem, também, palestra com o escritor Bruno Zeni, dia 24/06 (quarta-feira), às 19:00h, lá na Estação, ouvi rumores de que tem Juca Chaves, dia 25/06 (quinta-feira, na qual deveríamos apresentar nossa Cultura de Quinta, que não haverá este mês), e parece que dia 27/06 (sábado), tem a apresentação de dança do Aluísio, né!? Poxa, Batatais me surpreendeu esta semana. Muito bom! Se eu esqueci de algum evento ou se errei algum, avisem-me, hein?! hehehehe

Aliás, pessoal, desculpem-me por este “próximo post”, que não saía nunca! Ah, Camila, adorei a idéia de falar sobre Chapeuzinho Vermelho. Vai ser o primeiro post da semana que vem! o/

Agora, vou preparar o relato do fim de semana passado, que logo será postado!
Beijos
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